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      <work-type>ACLN : Articles dans des revues avec comité de lecture non répertoriées par l'AERES</work-type>
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            <style face="bold" font="default" size="100%">Georges, Isabel</style>
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            <style face="normal" font="default" size="100%">Véras de Oliveira, R.</style>
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        <title>A formaçao de um grupo profissional entre permanencias e mudancas das agentes de execucao de programas sociais sob o prisma de genero, classe e "raca"</title>
        <secondary-title>Aventura coletiva : a influência de Danièle Kergoat e Helena Hirata nos estudos do trabalho e na luta feminista no Brasil</secondary-title>
        <secondary-title>Política e Trabalho</secondary-title>
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        <keyword>BRESIL</keyword>
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        <full-title>Política e Trabalho</full-title>
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      <electronic-resource-num>10.22478/ufpb.1517-5901.2020v1n53.56211 </electronic-resource-num>
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      <volume>53</volume>
      <remote-database-provider>Horizon (IRD)</remote-database-provider>
      <abstract>Este  artigo  discute  como  as  categorias  gênero,  classe  e  'raça' interferem  (ou  não)  na  formação  de  certos  grupos  profissionais, configurando a sua morfologia, a partir da análise de um estudo sobre agentes de execução de programas assistenciais brasileiros. É com base no conceito de consubstancialidade de gênero, classe e 'raça'de Danièle Kergoat que é possível compreender as permanências e as mudanças que atravessam esse grupo profissional, que se encontra em baixa posição na hierarquia dos serviços públicos na saúde e na assistência contemporâneos. Numa abordagem inspirada no estudo das instituições do interacionismo norte-americano, a pesquisa propõe, por um lado, a análise das transformações da oferta institucional, assim como, pelo outro, das trajetórias socioprofissionais que a atravessam. São quatro agentes cujas experiências se apoiam em três contextos distintos da construção da política social: o primeiro, no  final  dos  anos  1970,  baseado  no  engajamento  militante  e  comunitário  de  uma  ex-agente  sanitária  ;  o  segundo,  que  se  insere  no  processo  de  construção  nacional  da  política  de  saúde  voltada  para  as  famílias  no  início  de  2000,  com o caso de duas agentes comunitárias de saúde. Uma delas carrega a herança da forma de trabalho comunitário e militante, e a outra se insere nesse mercado por motivos 'instrumentais'para sobrevivência. O terceiro, por fim, um homem jovem, negro, se junta em nossa análise para compreender o sentido que ele atribui a esse trabalho fortemente feminizado, realizado num âmbito terceirizado e submetido a imperativos de produtividade.</abstract>
      <custom6>106GESOC2 ; 100RETRA ; 056POLSAN</custom6>
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