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      <work-type>ACL : Articles dans des revues avec comité de lecture répertoriées par l'AERES</work-type>
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            <style face="bold" font="default" size="100%">Laques, Anne-Elisabeth</style>
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        <title>Sustentabilidade socioambiental e a saúde nos territórios (re)construídos por projetos hidrelétricos na Amazônia : o caso de Belo Monte</title>
        <secondary-title>Dossiê Geografia, saúde e ambiente : uma abordagem da complexidade dos problemas atuais na saúde = Dossier Géographie, santé et environnement : une approche de la complexité des questionnements actuels en santé</secondary-title>
        <secondary-title>Confins</secondary-title>
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        <keyword>DEVELOPPEMENT REGIONAL</keyword>
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      <language>POR</language>
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        <full-title>Confins</full-title>
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      <isbn>1958-9212</isbn>
      <accession-num>ISI:000451093600015</accession-num>
      <number>37</number>
      <electronic-resource-num>10.4000/confins.15149</electronic-resource-num>
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      <abstract>O presente artigo apresenta uma discussão sobre as questões intrínsecas às tomadas de decisão que interferem na sustentabilidade socioambiental e na saúde das populações frente aos impactos com a implantação de hidrelétricas na Amazônia brasileira. A partir do caso da hidrelétrica de Belo Monte, pode-se observar como os processos de licenciamento ambiental no Brasil se fundamentam no controle e mitigação dos impactos de um projeto de forma isolada, sem considerar as especificidades dos povos locais. A construção de hidrelétricas, que ocupa grandes extensões territoriais, transfere os prejuízos aos segmentos sociais mais vulneráveis como as populações ribeirinhas e comunidades étnicas. Este estudo aponta para a necessidade de um planejamento eficiente para a utilização dos recursos naturais, assim como ações na região para mitigar os principais conflitos. As políticas de desenvolvimento estabelecidas quando implantadas desestruturam a lógica de organização local, aumentando os problemas ambientais e sociais na área, com reflexos sobre a saúde e a qualidade de vida. Concluiu-se que, o enfrentamento dos problemas de modo a garantir a integração das iniciativas para a resolução das externalidades impostas pela implantação das hidrelétricas demanda visão ampliada e políticas públicas integradas de saúde, meio ambiente e desenvolvimento ético.</abstract>
      <custom6>056SOCSAN ; 062EVAEAU01</custom6>
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      <custom7>Brésil</custom7>
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