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      <work-type>OS CH : Chapitres d'ouvrages scientifiques</work-type>
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        <title>A brincadeira dos pretos dos indigenas Tapajos do rio Arapiuns : variaçoes parimoniais de uma ecologia das relaçoes</title>
        <secondary-title>Perspectivas patrimoniais : natureza e cultura em foco</secondary-title>
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        <keyword>ANTHROPOLOGIE CULTURELLE</keyword>
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        <year>2018</year>
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      <publisher>Primas</publisher>
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      <language>POR</language>
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      <abstract>Esse capítulo analisa a performance da Brincadeira dos Pretos na aldeia indígena Garimpo (rio Arapiuns, Santarém - Pará), levando em conta tanto o contexto local de reivindicação do reconhecimento étnico deste grupo, como o cenário regional mais amplo, de patrimonialização das 'brincadeiras' realizadas durante festas católicas em toda a Amazônia brasileira. O argumento desenvolvido aqui é que essas manifestações lúdicas encenam, muitas vezes sob a forma de um duelo entre dois grupos de atores, a ecologia das relações entre os vários coletivos sociais que interagem com o grupo organizador. Essas dinâmicas sociológicas permitem uma certa plasticidade na interpretação das brincadeiras e de sua patrimonialização: elas podem ser vistas e apresentadas como um ritual indígena, como um 'folclore' amazônico e também, em contextos mais politizados, como uma forma de resistência à determinadas frentes opressoras. Afinal, pode-se dizer que a valorização simultânea - e concorrente - de diferentes leituras ou versões dessas brincadeiras, favorece uma certa polissemia, pelo menos enquanto nenhuma versão venha a se tornar hegemônica.</abstract>
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